Setembro 2007
Ano I - nš4
   
Para facilitar as reduções de gases poluentes na atmosfera foram criados mecanismos de negociação. Um deles é o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Nele, países com obrigações de redução de emissão podem, ao invés de fazê-lo integralmente em seu território, adquirir reduções realizadas em países em desenvolvimento. A moeda deste tipo de transição é o "crédito de carbono". Carlos Nobre, pesquisador do Inpe (Instituto de Pesquisas Espaciais), explica que "estudos científicos mostram, sem dúvida, que para mitigar (atenuar) o risco das mudanças climáticas, as emissões dos gases de efeito estufa têm que diminuir significativamente nas próximas décadas.
 
 
MICROBACIAS
A cidade de São Pedro, interior paulista, sediará, de 3 a 6 de dezembro, o Simpósio Nacional “Experiências em Gestão dos Recursos Hídricos por Bacia Hidrográfica”. O evento reunirá as principais experiências da área, desenvolvidas no País. O Simpósio é uma realização do Consórcio PCJ e conta com o apoio da Agência Nacional de Águas (ANA), Ministério do Meio Ambiente, entre outros órgãos públicos ligados aos recursos hídricos nacionais. O Consórcio PCJ trabalha com a bacia formada pelos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí.
 
MEIO-AMBIENTE
"O fogo na agricultura é uma prática agrícola dos nossos ancestrais e ainda é muito comum como ferramenta no campo", informa a pesquisadora Adriana Vieira de Camargo de Moraes, da Embrapa Monitoramento por Satélite. A técnica é usada em sistemas de produção altamente intensificados, como a cana-de-açúcar e o algodão. No entanto, o fogo em áreas florestais prejudica a fauna e a flora.
 
   
ESPAÇO AMBIENTAL
"Antigamente usávamos latões e latas de lixo para dispor o mesmo para a coleta; hoje, isso é raro. Falta uma política de Educação Ambiental para evitar o desperdício, a geração excessiva de resíduos e até mesmo a priorização do consumo sustentável." O alerta é do professor da Unitoledo de Araçatuba e da Faculdade Metodista de Birigui, Marçal Rogério Rizzo, doutorando em Dinâmica e Meio Ambiente pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp).
 
   
O uso de estações metereológicas automáticas contribuem para o manejo da irrigação e a obtenção de melhores resultados no campo. A irrigação das culturas ganhou impulso nos últimos anos em função da busca de maior produtividade, qualidade e lucratividade da propriedade rural. Além disso, as instabilidades do clima provocadas pelas mudanças climáticas fizeram desta tecnologia uma aliada do agricultor para a produção de alimentos.
 
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