Janeiro 2008
Ano I - nº7
   
MONITORAMENTO DE RAIOS
O verão é tempo de férias e de chuvas também. Nesse período do ano é necessário ficar atento com a ocorrência de raios durante as atividades de lazer fora de casa, como em campos de futebol, piscinas, clubes de campo e de golf. “O monitoramento de raios em locais de campo aberto, onde há presença constante de pessoas, como na prática do golf, por exemplo, é indispensável”, afirma o Supervisor do Departamento de Golf do Clube de Campo de São Paulo, Mário Yada, que acrescenta, “ainda mais nesta época do ano em que os sócios jogam mais e ficam até mais tarde, por conta do horário de verão. Além disso, a incidência de raios é bem maior”.
 
 
CHUVAS
Empresas privadas, agricultores e governo precisam conhecer bem o regime das chuvas para poder planejar e gerir suas atividades. Seja em fazendas de pinus, eucalipto, milho, soja, quanto em uma indústria que tenha uma represa que abastece a fábrica, ou uma usina hidrelétrica (que precisa saber o quanto de água cai na bacia hidrográfica que alimenta o rio e que, por sua vez, move o gerador de energia da usina).
 
RAIOS
As descargas atmosféricas são fenômenos elétricos, que embora complexos podem ser, de forma sucinta, descritos como originários da neutralização de cargas elétricas, segundo o professor do Departamento de Engenharia Elétrica da Escola de Engenharia de São Carlos e Pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária da Universidade de São Paulo (USP), Ruy Alberto Corrêa Altafim.
 
 
   
ESPAÇO AMBIENTAL
Férias são aqueles dias do ano tão esperados por todos, para relaxar e curtir os bons momentos junto com a família. O destino da viagem, quase sempre, é algum roteiro comercial. Mas o que você acha de inovar nestas férias e adotar uma maneira muito diferente de descansar e conhecer mais sobre a fauna e a flora do nosso país? Se a idéia lhe pareceu boa, o seu próximo destino é o “ecoturismo”, uma prática pouco conhecida e divulgada, mas que segundo a bióloga, ecologista e mestre em Ciência Ambiental pela USP, Célia Regina Russo, não é nova no Brasil.
 
   
“O conhecimento da quantidade de água sob suas diversas formas em nosso sistema é fundamental e pode ser comparado, por exemplo, ao dinheiro disponível em nossa conta no banco. Assim, sabendo quanto temos e como isso varia ao longo do tempo e no espaço, podemos executar ações e programá-las. Se um fazendeiro sabe que o solo está úmido o suficiente, pode iniciar o plantio; se uma usina hidrelétrica sabe quanto choveu, sabe que pode sustentar sua produção por um determinado tempo; e assim por diante”, afirma o engenheiro civil hidrólogo do Centro Tecnológico de Hidráulica do Departamento de Águas e Energia Elétrica de São Paulo (DAEE-CTH/USP), Gré de Araújo Lobo.
 
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