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Outubro/Novembro 2010
Ano IV - nº30 |
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HIDROLOGIA
Muitas bacias hidrográficas brasileiras se encontram em estado crítico de poluição e degradação. De acordo com dados divulgados em 2009 pela Agência Nacional de Águas (ANA), as bacias em pior situação de contaminação estão localizadas nas regiões metropolitanas de São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Vitória, Recife, Salvador, Fortaleza, Belém e Manaus. A agência estima que, atualmente, haja a necessidade de cerca de R$ 20 bilhões em investimentos, para a proteção dos mananciais que abastecem os centros urbanos. Os governos têm investido uma média de apenas R$ 4 bilhões por ano.
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METEOROLOGIA
As usinas e agroindústrias necessitam, por lei, da instalação de estações meteorológicas automáticas para acompanhamento da dispersão de materiais particulados. As estações meteorológicas automáticas facilitam o trabalho de monitoramento destes poluentes na atmosfera e são capazes de indicar as condições meteorológicas favoráveis ou desfavoráveis para a concentração de particulados e poluentes bem como o tempo de vida dos mesmos.
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REMEDIAÇÃO
Uma pergunta recorrente de todos que trabalham na área de remediação é: como aplicar as melhores tecnologias disponíveis no mercado para a recuperação de áreas contaminadas? Segundo Mauro Banderali, especialista em instrumentação ambiental da Ag Solve, a resposta para esta questão reside em conhecer profundamente as condições hidrogeológicas e todos os aspectos referentes ao procedimento de remediação a ser utilizado na operação.
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ESPAÇO AMBIENTAL
A contaminação da água por remédios é um tema pouco divulgado, mas bastante preocupante na sociedade atual, já que acarreta ônus à natureza e à saúde da população. Segundo especialistas, os remédios possuem componentes químicos persistentes que, se não forem tratados, retornam por meio da água. Nos últimos anos, diversos trabalhos científicos relatando a presença de fármacos ou seus subprodutos em rios, lagos e águas subterrâneas, inclusive em águas já tratadas e destinadas ao consumo humano, foram publicados.
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Dados do Grupo de Eletricidade Atmosférica, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (ELAT/INPE), apontam que cerca de 132 pessoas morrem em média no Brasil por ano, em decorrência de acidentes com descargas atmosféricas. O levantamento reuniu informações de órgãos como o Departamento de Informações e Análise Epidemiológica (CGIAE) do Ministério da Saúde, Defesa Civil, veículos de imprensa e ainda dados de população do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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Jornalista responsável: Marlene Simarelli MTb 13.593 - Reportagens e textos: Daniela Mattiaso
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