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Fevereiro/Março 2011 Ano IV -
nº32 |
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ÁGUAS URBANAS I
A poluição nas represas, seja por esgotos domésticos ou por fertilizantes usados
na agricultura, garante o aporte de nutrientes para as águas. E por se tratarem de locais onde há retenção da água por longos períodos,
existe um maior acúmulo de poluentes e um aumento considerável da biomassa levando ao crescimento das algas. Classificados como
organismos autótrofos, as algas são capazes de sintetizar seu próprio alimento e para isso necessitam de apenas alguns nutrientes inorgânicos
como nitrogênio, fósforo e potássio, além de grande área de incidência da luz solar.
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ÁGUAS URBANAS II
A proteção do entorno dos reservatórios pode ser feita com revegetação a partir
de espécies nativas da própria região e também com o controle das ocupações urbanas irregulares em seus arredores. Grandes reservatórios
do país, como as represas Billings e de Guarapiranga, localizadas na Região Metropolitana de São Paulo (SP), sofrem as consequências deste
processo.
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ÁGUAS URBANAS III
Existem atualmente equipamentos que monitoram os corpos hídricos 24 horas,
transmitindo informações em tempo real para uma central de monitoramento possibilitando que as ações sejam tomadas em tempo adequado.
A detecção e quantificação de toxinas de cianobactérias podem ser realizadas através de métodos biológicos, químicos e bioquímicos.
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ESPAÇO AMBIENTAL
Pesquisa da Universidade Federal do Piauí alertou para a existência de metais pesados nos lençóis
freáticos em áreas próximas ao aterro sanitário de Teresina, capital do estado. A contaminação foi detectada na água coletada em dois poços de controle,
sendo que o mais fundo deles está a 14 metros da superfície. Em Teresina, o chorume (líquido de alta carga orgânica e química, com potencial explosivo)
fica depositado em uma espécie de lagoa. O estudo aponta a presença de cobre, chumbo, crômio e zinco em líquidos subterrâneos próximos à área do aterro.
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A bomba FAP Plus ZW (Água Zero), desenvolvida para a descontaminação de águas subterrâneas,
é ideal para recuperar contaminantes em maior volume e com menor gasto de energia. É indicada para a remoção de compostos de fase líquida leve não
aquosa (LNAPL) de poços de duas polegadas ou maiores, com profundidade de até 61 metros. Pode ser aplicada em bombeamentos de hidrocarbonetos com
viscosidade de até 80 SSU.
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