Atendimento ao cliente:
(19) 3318-3510 / 3825-1991
Bem-vindo
Faça seu login ou cadastre-se
 
 
Busca
 
Notícias
Notícias
Água de reuso nos grandes centros urbanos
21/03/2012

Escassez de recursos hídricos nos grandes centros urbanos reflete diretamente no abastecimento da população. Tecnologia disponível colabora na reaproveitamento da água

Devido à baixa disponibilidade hídrica, especialmente no período seco, o estado de São Paulo tem implantado cada vez mais projetos utilizando a água de reuso, ou seja, água não potável que pode ser reutilizada para diversas finalidades, com exceção do abastecimento humano. De acordo com a Superintendência de Tratamento de Esgotos da Metropolitana da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), empresa responsável pelo tratamento e distribuição da água de reuso no estado, “esse produto originou-se da escassez de água em determinadas regiões, o que gerou a necessidade de busca por outras fontes de recursos hídricos”.

A escassez hídrica sofrida em centros urbanos, em especial as grandes cidades,  pode colocar em risco o abastecimento de grande parte da população. Dados apontam que na região metropolitana de Campinas durante as estações outono e inverno, a oferta de água nas bacias hidrográficas dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ) chega a 408 m3/habitante/ano, apenas um terço do nível considerado crítico pela Organização das Nações Unidas (ONU), que é de 1.500 m3/habitante/ano. Além de abastecer os municípios da região, parte da vazão dos rios do PCJ, cerca de 29 m3/s, é utilizada pelo Sistema Cantareira, que abastece 50% da região metropolitana de São Paulo.

A água de reuso, segundo a Superintendência, é o resultado de um processo de pós-tratamento aplicado a efluentes tratados de sistemas convencionais de tratamento de esgotos. “Na região metropolitana de São Paulo, a água de reuso é produzida nas quatro Estações do Sistema Principal - Estações de Tratamento de Esgoto (ETE’s) ABC, Barueri, Parque Novo Mundo e São Miguel- e também na Estação de Tratamento de Esgotos Jesus Neto que iniciou, em 1998, o reuso planejado para fins industriais”. Atualmente a Sabesp tem 76 empresas cadastradas, sendo que 35 estão ativas na utilização da água de reuso. “A Companhia fornece para as cidades de Barueri, São Caetano, Santo André e São Paulo”, afirma.

Entre as vantagens da utilização da água reutilizável estão a redução de pressão sobre a captação de água bruta e a preservação dos recursos hídricos para abastecimento humano. “Com a utilização da água de reuso, uma quantidade maior de água potável fica disponível para o uso humano. Desde que sejam atendidas todas as exigências sanitárias e de qualidade requerida para água, não há desvantagens”, comenta a Sabesp.

A água de reuso pode ser utilizada para diversas finalidades, que variam de acordo com as características da região onde se pretende utilizá-la. De acordo a Sabesp, “na região metropolitana de São Paulo, o uso pretendido é para fornecimento às indústrias, prefeituras e empresas, para fins não potáveis”.

Qualidade da água de reuso

O monitoramento da qualidade da água de reuso, segundo a Superintendência, é feito através de análises físico-químicas e microbiológicas, que variam em função da qualidade requerida, remetendo para padrões de qualidade já estabelecidos por normas internacionais ou pelo cliente final. “As diferentes tecnologias de pós-tratamento são empregadas de acordo com a qualidade que se pretende obter. Para atividades menos nobres, como selagem de bombas, irrigação de jardins ou lavagem de ruas, pode-se adotar um tratamento que consiste em filtração convencional e desinfecção. Para utilização em atividades mais complexas, como na fabricação de componentes eletrônicos, é recomendável adotar tecnologias como membranas de ultrafiltração ou osmose reversa”, explica.

De acordo com Mauro Banderali, especialista em instrumentação ambiental e hidrológica, “mesmo que a água for utilizada para fins não potáveis, deve-se atingir um padrão mínimo de qualidade e monitorar a quantidade de compostos químicos que estão presentes na água”. Segundo Banderali, “o mercado já disponibiliza tecnologias que identificam e mensuram as impurezas presentes na água que será reutilizada”.

Em relação aos parâmetros de qualidade que devem ser monitorados na reutilização da água, a Sabesp afirma que eles variam conforme a norma de referência ou qualidade exigida pelo cliente final. “Entretanto, os parâmetros que são sempre observados são aqueles que indicam presença de matéria orgânica, sólidos, acidez e patógenos. No laboratório são efetuadas determinações dos parâmetros Demanda Biológica de Oxigênio (DBO), sólidos suspensos totais (SST), ensaios microbiológicos e óleos e graxas (presença e ausência). Também são realizadas análises online de cloro e turbidez para monitoramento contínuo”.

De acordo com Banderali, “atualmente a tecnologia mais recomendada para identificar  parâmetros da qualidade da água de reuso são as sondas multiparamétricas da linha Aquaread. A possibilidade de mensurar parâmetros como temperatura, turbidez, pressão atmosférica, oxigênio dissolvido mg/l, oxigênio dissolvido saturação, condutividade elétrica, entre muitos outros, faz com que o equipamento esteja disponível em dez diferentes versões. A sonda Aquaprobe, depois de conectada ao mostrador Aquameter GPS e submergida na água, disponibilizará no visor informações como pressão atmosférica, posição GPS e informações de altitude, além de outros dados, reunidos a cada dois segundos”, orienta o especialista.

Riscos e precauções

De acordo com a Sabesp, “se a utilização for adequada e não houver contato direto com a água, não há nenhum risco para a saúde. Porém, para o seu manuseio é recomendável vestuário apropriado, como a utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), entre eles bota de PVC, luva de PVC longa e áspera, avental de PVC sem mangas, capacete e protetor facial em acrílico”.

 

Conheça esses produtos da AgSolve
  Bomba Submersível 12V  
 
Bomba Submersível 12V
Bombas de baixo custo, portáteis e fáceis de operar
 
  Storm Tracker  
 
Storm Tracker
O Boltek Storm Tracker oferece através de um sistema de baixo custo e tecnologia simples o monitoramento de descargas atmosféricas em tempo real. Permite o alarme de tempestades e o monitoramento para posterior análise através da criação de arquivos de dados diários.
 
  ToxiRAE II  
 
ToxiRAE II
Monitor de gases pessoal para um único gás. Um equipamento completo pelo .preço de um descartável.
 
 
 
Mapa do site
 
• Empresa
• Produtos
• Serviços
• Aplicações
• Informações
• Notícias
• Contato
 
Atendimento ao cliente
 
Fone: (19) 3318-3510 / 3825-1991
Horário de atendimento: das 7h30 às 17h15
Rua Oswaldo Cruz, 764 - Indaiatuba - SP
CEP 13334-010
   
Nossos e-mails
 
informações: agsolve@agsolve.com.br
financeiro: atendimento@agsolve.com.br
marketing e vendas: vendas@agsolve.com.br
suporte técnico: sac@agsolve.com.br
 
© 2015 - Ag Solve Monitoramento Ambiental - CG Propaganda