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Biorremediação é solução eficaz para contaminações
18/02/2008

“A biorremediação é um conjunto de processos e estratégias que utiliza as enzimas produzidas por bactérias e fungos para promover a degradação de contaminantes presentes no solo ou nas águas subterrâneas. Elas podem ser produzidas e purificadas em laboratório e algumas podem atuar mesmo na ausência do microrganismo”, explica o pesquisador Eduardo Dutra de Armas, Diretor da empresa BioGeoTec Pesquisa e Soluções Ambientais, especializada em tecnologias biológicas para recuperação de áreas contaminadas.

 

A biorremediação é uma das técnicas mais adequadas para a remediação de áreas contaminadas, pois além de ser baseada em um processo natural, tem um custo relativamente baixo. “Mas é um processo mais lento”, alerta Armas. Por esta razão, não deve ser adotada para aplicação em áreas com necessidades emergenciais de recuperação. O processo de biorremediação é indicado para as fases dissolvidas e residuais de contaminantes. O pesquisador explica que nessas fases há maior eficácia, pois a alta concentração da fase livre pode ser tóxica até mesmo para os organismos. Já na fase livre, usa-se o bombeamento, na maioria dos casos. Associada com outras tecnologias, ela pode ser empregada de diversas formas, para tratamento de diversos contaminantes, orgânicos e inorgânicos.

 

Existem diferentes graus de contaminação, dependendo da quantidade e da toxicidade do contaminante presente e dois tipos básicos de biorremediação: a bioaumentação e a bioestimulação - a de maior eficácia e a mais utilizada no Brasil. O processo de bioestimulação consiste em introduzir nutrientes adicionais na forma de fertilizantes orgânicos e/ou inorgânicos na área contaminada, provocando o aumento da população de microrganismos. Com níveis adequados de nutrientes, há aumento de biomassa microbiana e, conseqüentemente, uma degradação mais rápida do contaminante. “O microrganismo no ambiente contaminado precisa da fonte nutricional, a qual pode ser o próprio contaminante ou outro substrato”, diz o pesquisador. Mas para que tudo isto ocorra e haja sucesso no trabalho de remediação, também é preciso proporcionar um ambiente adequado para que os microrganismos se desenvolvam. “Em muitos casos, eles não conseguem crescer porque as condições ambientais no local não são favoráveis, como a falta de oxigênio, porque o contaminante ocupou o lugar do ar nos poros do solo”, exemplifica Armas. Uma maneira de solucionar é com o uso de sistemas de biorremediação, como o Waterloo Emitter, que a empresa de monitoramento ambiental Ag Solve disponibiliza. O Emitter introduz oxigênio, hidrogênio e outros gases, no local contaminado, oferecendo melhores condições de sobrevivência à biota do entorno do contaminante, contribuindo para acelerar a remediação da área.

 

Vale lembrar que na biorremediação nem sempre o resultado é a descontaminação total. Se não for bem feito, o processo pode contaminar uma área muito maior, com resíduos ainda mais tóxicos. “Em um processo de biorremediação é preciso também destruir os demais metabólitos resultantes do processo de degradação, induzindo a ação seqüencial de outros microrganismos, o que precisa ser realizado por pessoas que tenham esse conhecimento”, alerta o pesquisador. Outro ponto importante é que todo trabalho de biorremediação ou remediação tem que ser monitorado até atingir níveis abaixo do permitido pelo órgão ambiental gestor no Estado. “No caso de São Paulo, a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) obriga o monitoramento contínuo por mais de dois anos, para garantir o sucesso do processo”, afirma ele.

 
 
 
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